Flávio Bolsonaro decidiu, diferentemente do pai, afastar militares do seu entorno, como esta coluna antecipou.
A decisão foi aplaudida por aliados, que têm elogiado, com raríssimas exceções, a condução política da campanha pelo senador Rogério Marinho (PL-RN).
Há um ponto, no entanto, que faz a turma sentir saudade dos generais: a disciplina militar, que garantia, a esta altura das campanhas de 2018 e 2022, um entrosamento maior entre os vários grupos de trabalho do candidato à Presidência da República.

