Adversários de Davi Alcolumbre mapeiam possíveis traições, combinam estratégia unificada e buscam dissidentes para mudar o comando do Senado

Aliados estão animados com a possibilidade de Rogério Marinho derrotar Davi Alcolumbre e vencer a eleição para a Presidência do Senado, em fevereiro do ano que vem.

Pelas contas deles, são de 4 a 6 votos que farão a diferença para um lado ou para o outro. Esses serão os "traidores" do PL e/ou da federação PP-União, a depender do resultado.

A oposição garante que Marinho e Tereza Cristina têm um acordo: quem estiver com menos votos abandonará a disputa a tempo de unificar o grupo contra Alcolumbre. Não haveria, portanto, "uma divisão" do lado oposto.

Os argumentos para buscar votos pró-Marinho vão no sentido de que ele "está pronto para enfrentar o STF", inclusive ignorando possíveis liminares consideradas sem sentido que possam surgir, confidenciou à coluna um dos apoiadores da candidatura do PL.

"Alguém vai precisar colocar o STF no lugar deles", disse esse senador.