Da aproximação à retomada dos ataques: esquerda flertou com o candidato do Missão, que já voltou à mira

Entre o primeiro e o segundo turno da corrida presidencial, parte da militância de esquerda piscou para Renan Santos.

"Vou ter que concordar com Renan", diziam as legendas de inúmeras postagens que replicavam declarações do candidato do Missão à Presidência da República.

Renan ficou em quarto lugar e não apoiou nem Lula nem Flávio Bolsonaro na segunda etapa da eleição.

Com a reeleição do petista, Renan voltou a ser alvejado nas redes sociais por lulistas, que decidiram relembrar seu passado no MBL, movimento decisivo para o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016.

À coluna, Renan Santos disse não se preocupar com as novas reações.

"Eu nem ligo. Tem uma turma que pode até ter falado bem de mim e que queria, com isso, fazer um uso instrumental para o segundo turno. Beleza, agora me xinguem, podem me xingar. Eu realmente não dou bola", comentou.

“Teve outra turma que veio me seguir e continua me seguindo ainda. Então, de verdade, está tudo bem. Estou gostando”, acrescentou.