Banalização de casos de corrupção pega carona no país polarizado e deve interferir na decisão do eleitor em outubro

A campanha nem começou, mas já há uma certeza sobre 2026: a régua moral do eleitorado baixou mais um pouco.

INSS, caso Master, rachadinhas, petrolão. O país parece caminhar para mais uma eleição de rejeições e de duelo de escândalos: uma disputa, novamente, do "menos pior".

O combate à corrupção como eixo central de candidaturas ruiu.