Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro inicia o beija-mão entre os colegas, enquanto a senadora do PP enfrenta resistência partidária
Rogério Marinho, que coordenou a campanha de Flávio Bolsonaro, começou a pedir votos para valer aos colegas senadores.
Ele defende que assumir a Presidência do Senado seria uma forma de equilibrar as forças em Brasília após a vitória de Lula no último domingo, 25.
Embora Flávio não tenha sequer tocado no assunto STF durante a campanha de segundo turno, esse será o tema central da articulação de Marinho para chegar ao comando do Casa.
Aliados de Marinho, como não poderia ser diferente, estão animados. Somente o PL terá 28 integrantes em 2027. A eleição da Mesa Diretora ocorrerá em fevereiro.
A reeleição de Davi Alcolumbre, que tem o apoio de Lula e da bancada governista, é vista pelo STF como uma forma de evitar o avanço dos processos de impeachment de ministros.
A senadora Tereza Cristina (PP) também tem buscado apoio entre os pares. Nesta terça-feira, 27, porém, a federação da qual ela faz parte, formada por PP e União Brasil, declarou apoio a Alcolumbre (União), expondo um racha interno.
Ganhará a queda de braço quem conseguir seduzir melhor os novatos e as novatas do Senado.



