Rogério Marinho é o nome mais cotado para encarnar a resistência à recondução de Davi Alcolumbre ao cargo

Diante do plano de voo traçado por Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para ser reconduzido ao comando do Senado no próximo ano, o PL, partido de Flávio Bolsonaro, derrotado na corrida ao Planalto, pretende reunir na próxima semana a atual bancada e os recém-eleitos para definir a estratégia na disputa pela presidência da Casa. A sigla terá o maior grupo do plenário, com 28 das 81 cadeiras.

Duas alternativas estão na mesa. A primeira, e mais provável, é lançar ao cargo o coordenador da campanha de Flávio, Rogério Marinho (PL-RN), desenho que vinha se consolidando antes da derrota nas urnas. A outra é apoiar a senadora Tereza Cristina (PP-MS), nome mais palatável ao centro.

Alcolumbre já articula a recondução em sintonia com o governo e com o apoio de forças do centro político. Nesta semana, indicou ter recebido o aval da federação formada pelo União Brasil e pelo PP, de Tereza Cristina, para mais um mandato. A eleição ocorre em 1º de fevereiro de 2027, data que marca o início da nova legislatura.