Presidente reeleito não poderá abrir mão das negociações partidárias para governar, mas quer evitar a falta de sintonia das pastas entre si e com o Palácio do Planalto
Lula será mais exigente na escolha de sua Esplanada no quarto mandato.
Em 2022, quando derrotou Jair Bolsonaro, o petista montou a chamada "frente ampla", que teve como efeito colateral um ministério que contemplava até mesmo, acredite, opositores.
O terceiro mandato de Lula foi marcado por uma Esplanada do "cada um por si", com completa falta de sintonia entre as pastas e um monte de ministros trabalhando para suas bases eleitorais, e não para o governo federal.
Agora, após a vitória sobre Flávio Bolsonaro, Lula já sinalizou a interlocutores que vai abrir espaço para negociar com partidos aliados e com o Centrão, claro, mas será mais rígido: vai exigir e cobrar lealdade.



